Coluna Mozart Jr. Sem Censura

 




Palavras
Duvidar de si mesmo é o primeiro sinal da inteligência.
Ugo Ojetti

 

Boa impressão


Nossos entrevistados desta terça-feira durante o programa Paulo Garcia foram o comandante do 4º BPM Tenente Coronel Waldimir e o comandante da Guarda Municipal, Mario Nelson. Os ouvintes da rádio Terra FM que participaram via telefone ou internet ficaram muito satisfeitos com os posicionamentos apresentados.


Política
O Ten. Cel. Waldimir pode inclusive pensar na carreira política no futuro, articulado e preciso nas argumentações não deixou assunto nenhum passar batido, ao contrário aproveitou todos para discorrer com inegável propriedade sobre os variados temas propostos.


Temas
Os temas, como sempre que se trata de segurança pública acabaram sendo repetidos, porém desta vez analisados sob outra ótica e com outro posicionamento do entrevistado.  Mostrando conhecimento histórico impressionante o Ten. Cel. respondeu a questionamentos como: armamento do cidadão comum, audiência de custódia, legislação e outros.


Toque
Chamou a atenção sua resposta a um ouvinte quando o mesmo abordou o tema da legislação brasileira. Waldimir lembrou ao ouvinte que as leis que estão aí somos nós que criamos quando escolhemos os legisladores para nos representar.


Legalista
Sobre a questão da audiência de custódia, o comandante disse ser totalmente a favor e que ela favorece aqueles policiais que trabalham dentro da legalidade e que não o preocupa a possibilidade de acusados tentarem distorcer os fatos, ele lembrou que o ônus da prova cabe a quem acusa, portanto caso um autor de delito acuse um policial ele terá que provar.


Tranquilidade
Waldimir disse que vê com tranquilidade o fato de várias pessoas filmarem ações policiais hoje em dia, para ele se o trabalho da PM estiver sendo feito como determinam as regras não há o que temer da divulgação do mesmo.


Polêmica
Sobre a polêmica envolvendo filho de vereador há alguns dias, o comandante disse que o fato está sendo apurado e que os militares acusados, caso comprovado a não veracidade das acusações terão o respaldo total da PM para as devidas providências, assim como se apurado que algum militar cometeu excesso este responderá por isso.


Participação
O comandante disse que o objetivo da PM é estar cada vez mais próxima do cidadão e chamou a atenção para a pouca participação dos cidadãos em eventos que podem influenciar suas vidas.  Voltou a lembra da importância da participação da comunidade para ajudar o trabalho da polícia, as redes de vizinhos protegidos, comerciantes dividindo informações de segurança e outras medidas.


História
O comandante fez questão de falar de sua história dentro da corporação e salientou que já passou por diversas áreas da mesma antes de chegar ao posto que ocupa, lembrou sua vocação operacional e que até hoje não foge ao chamado das ruas quando esse se apresenta.


Trabalho conjunto
O comandante da GM Mario Nelson, mais calado nesse programa, ficou mais na articulação via telefone, lembrou da importância dos trabalhos realizados em conjunto pelas corporações e que essa parceria GM e PM não é algo passageiro, ela veio para ficar.


Mudanças
Mario Nelson falou de algumas mudanças que está promovendo no quadro da GM com o remanejamento de alguns membros e novas diretrizes que buscam maior eficiência da Cia.


Apoio
O comandante da GM agradeceu o apoio integral que vem recebendo de seus superiores para implementar as mudanças que acha necessárias para um maior rendimento do serviço prestado pela corporação.


Final
Em suas despedidas os comandantes se comprometeram a participar outras vezes do programa trazendo balanços dos resultados alcançados.


Desrespeito
Impressionou situação presenciada no Bretas da avenida Santos Dumont no sábado. Elevador com aviso de defeito e esteiras desligadas, clientes empurrando carrinhos lotados esteira acima, simplesmente absurda a situação.


Quem poderá nos defender?
Já citei aqui o problema do álcool nos postos da cidade, o combustível teve queda acentuada de preços, porem por aqui nada de repasse ao consumidor e ninguém faz nada. Até quando? E depois o problema do Brasil são só os políticos...


Funerárias
Leitor chama atenção para uma questão referente aos planos vendidos por empresas de serviços funerários. Segundo ele, uma pessoa pagou o referidos plano por mais de 20 anos e por motivos de força maior deixou de pagar por algum tempo, ao precisar do serviço foi informado que havia perdido tudo e que não tinha mais direito aos serviços. Aí vem a questão, como funcionam esses planos? Não há um resgate para quem paga por longos períodos por exemplo, não há nenhum serviço extra oferecido para quem paga o plano? Fica a questão.

Publicidade