Centro Municipal de Diabetes e Hipertensão terá inauguração virtual nesta quarta (8)

A Prefeitura de Uberaba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, inaugura nesta quarta-feira (8) o Centro Municipal de Diabetes e Hipertensão (Cemdhi). Conforme repassado à Folha Uberaba, a ação será de forma virtual, respeitando as diretrizes de distanciamento social devido à pandemia da Covid-19, e transmitida ao vivo pelo Facebook da Prefeitura às 16 horas.

O Cemdhi fica na Praça Augusto Lemp, 750, Mercês, onde funcionava a Unidade Regional de Saúde (URS) Mercês. A unidade irá atender hipertensos e diabéticos de difícil controle e obesos mórbidos, segundo a chefe do Departamento de Atenção Especializada, Sheron Hellen da Silva. “É uma unidade que vai atender de forma referenciada pela Atenção Básica. Isso quer dizer que o médico da Atenção Básica terá assessoramento dos médicos do Cemdhi para manter o atendimento nas UBSs e somente os casos mais graves e de difícil controle serão encaminhados para o Cemdhi”, explica Sheron.

A abertura da unidade tem acontecido de forma gradual, de acordo com a chefe da Atenção Especializada. A primeira etapa começou em novembro com o levantamento epidemiológico e matriciamento da Rede para criar um fluxo de interação e integração dos serviços para atender da melhor forma possível essa parcela da população. Com a inauguração da unidade, serão iniciados os atendimentos de enfermagem, assistência social e médicos especializados para um público de 2.500 pacientes, neste primeiro momento, relatou Sheron.

“O foco desse atendimento especializado é trabalhar a prevenção e o cuidado para evitar o agravamento das doenças, o que significa manter o paciente nas UBSs, de forma que os problemas do paciente não evoluam para maior complexidade nas URSs, UPAs e hospitais”, ressalta.

Próximas fases do Cemdhi. A segunda etapa, segundo Sheron, está prevista para o segundo semestre e deve contar com a abertura do ambulatório do pé diabético, atendimentos de fisioterapia e telemedicina para exames cardiológicos. Já a terceira etapa deve ficar para o próximo ano e irá estruturar uma cozinha experimental, onde nutricionista irá ensinar os pacientes a fazerem suas refeições, um centro de pesquisa clínica e uma briquedoteca.

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