Projeto Arte Solidária leva alegria do carnaval para idosos do Sesc

Nessa quarta-feira (27), o projeto Arte Solidária da Fundação Cultural de Uberaba, levou o especial de carnaval para o Serviço Social do Comércio (Sesc). As atividades foram voltadas para o “Grupo da Amizade”, que conta com 100 idosos participantes.
 
O Arte Solidária é um projeto que surgiu em 2018, encabeçado pela chefe de Seção da FCU, Karina Oliveira. Ele tem como intuito levar alegria para quem está em situação de vulnerabilidade. As atividades contam com diversas modalidades de arte, entre elas música e contação de histórias. No último ano passou por asilos, unidades de saúde, hospitais, lares de acolhimento e outros tipos de instituição.
 
Karina explica que o especial de carnaval tem como objetivo principal levar alegria através da cultura. “Tocamos marchinhas de Carnaval, que fizeram parte da juventude dos idosos e da história de vida deles, proporcionamos uma tarde especial que os levam a lembrar dos velhos tempos.” No mês de fevereiro a equipe do projeto passou pelo Asilo Anjos do Bem, Asilo São Vicente, Sesc e finaliza nessa quinta-feira (28), no Asilo Santo Antônio.
 
O Sesc também promove um cronograma interno de atividades carnavalescas e na quinta-feira (28), das 13h as 18h haverá um baile, aberto para a comunidade, familiares e grupos dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS). O valor simbólico do ingresso é R$4,00 e pode ser adquirido previamente no Sesc ou na portaria no dia do evento. O Sesc fica localizado na rua Ricardo Misson, 411 – Fabrício.
 
Grupo da Amizade - No Sesc a responsabilidade social também é trabalhada e o “Grupo da Amizade”, iniciativa com aproximadamente 30 anos, é uma dessas propostas. O projeto é direcionado para dependentes de comerciários ou comerciários aposentados. São desenvolvidas atividades de memória, dança, esporte adaptado (se necessário) e entre outras.
 
A analista de Serviços Sociais e Cultura do Sesc, Talitha de Freitas esclarece que o “Grupo da Amizade” é um conjunto de movimento. “Os participantes são extremamente ativos, circulam muito, alguns tem mais limitações, mas vejo que são muito unidos e acompanham a vida um do outro. Já passaram por perdas e doenças juntos. O grupo é uma forma de socialização, de laço e de enfrentar a solidão, criando outros vínculos afetivos”.

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