Empresário chinês e o filho são feitos reféns e ladrões levam 200 mil reais e jóias de apartamento

Segundo relato do empresário  M.M. de 25 anos,  seu sogro  M.L. de 51 anos,  morador em  apartamento que fica na avenida Leopoldino de Oliveira,  ligou para ela por volta de 16:50 de quarta feira, 8, dizendo que  havia sido roubado.

 As vítimas que são chinesas, não falam o português, segundo a tradução feita por uma outra testemunha eles fizeram o seguinte relato:

"O Sr. M.l. estava no apartamento juntamente com seu filho Z.M. de 14 anos, quando  ouviram  a porta da cozinha sendo arrombada e nesse momento ,três ou quatro homens (sem maiores detalhes,pois ficaram com medo e nervosos)  um deles armado com um revólver, renderam e amarraram as vítimas com cadarços de tênis e após revirarem todos os cômodos do apartamento, acessaram um cofre e o arrombaram, levando a quantia de 200 mil reais em cédulas diversas, 5 mil ienes japoneses, jóias diversas,com  destaque para dois cordões em ouro branco, sendo um deles com pingente de diamante e por fim um aparelho celular marca Iphone 5, branco, fugindo em seguida.

Durante levantamentos realizados pela Policia Militar, conforme repassado ao Folha Uberaba,  foi apurado que a cerca de quinze dias, um casal, o homem de estatura mediana, cabelos grisalhos e óculos, aparentado uns 52 anos e uma mulher, baixa,gordinha, loira, olhos azuis e com aparelhos nos dentes ,alugaram  um apartamento vizinho ao das vitimas. Os suspeitos pegaram o contrato de aluguel dizendo que o entregariam assim que preenchessem os dados e que assinariam também posteriormente para o referido registro em cartório.

Segundo o  zelador do prédio, eles se apresentaram e  disseram que fariam uma reforma antes de mudarem.

O porteiro contou à policia que, nestes quinze dias, quatro indivíduos iam até o apartamento, permaneciam por lá cerca de meia hora e depois saiam e segundo ele,  tinham sotaque de paulistas.

Após o roubo foi constatado que no apartamento alugado pelos suspeitos,  havia apenas  ranhuras nas paredes e nada de pintura ou outra benfeitoria e  nem os contratantes, ou os supostos pedreiros foram vistos após o crime.

No prédio não há sistema de câmaras, mas os autores foram vistos comprando vassouras em uma  loja de 1,99 próximo ao local,no calçadão da Artur Machado. Imagens de outros comércios da região também estão sendo analisadas para se chegar aos criminosos.

 

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