Coluna Túlio Reis





Marco Túlio Oliveira Reis – mtoreis@hotmail.com
 
Ditadura
Marcada para hoje a manifestação da turma do Bolsonaro, convocados por ele, contra o Congresso Nacional e STF. Tendo como principal bandeira um golpe militar escorado em interpretação equivocada da Constituição Federal, os bolsominions querem fazer prevalecer, pela idiotice e insensatez, a ditadura no Brasil. Em defesa dos desmandos de seu líder, querem fechar o Congresso Nacional e o STF – se você apoia essa ideia, as ruas são suas neste domingo.

Patacoada
A questão não é torcer contra – a oposição tornou-se obsoleta no Brasil, o que aterroriza e transtorna é o festival de besteiras que o próprio governo produz. A última, se bem que é impossível acompanhar todas, foi a patacoada da “correntinha” de nióbio. Nesta, o idiota encastelado na presidência se superou.

Paz e amor
Sempre acreditei que o movimento pacifista acalentava algum propósito que transcende o tradicional e clássico estilo hippie de ser. Lutas contra as insanas guerras, engajamento contra o preconceito e pela liberdade, por uma sociedade sem fronteiras e inspirada na paz e no amor, defesa do meio ambiente e das comunidades nativas, sustentabilidade, entre outras bandeiras assemelhadas, tudo isso sempre foi transparente nas ações dessa comunidade, ou “tribo”.

Hippies uní-vos!
O que nunca imaginei, e creio que nem os próprios integrantes do movimento, foi a capacidade dos hippies, com seu artesanato, revolucionarem a economia mundial. Ninguém, nem submetido a mais psicodélica das viagens de LSD ou cogumelos azuis, seria capaz de tamanho “visionarismo”. Esse mérito é exclusivo do “terraplanista” Bolsonaro.

Tiroteio
Em novembro de 2017 a cidade de Uberaba se viu refém de bandidos que, para assaltar as instalações da Rodoban, provocaram intenso tiroteio e neutralizaram as forças policiais da cidade. O valor roubado até hoje não foi divulgado, mas a empresa continua funcionando em área residencial para terror da vizinhança, sem qualquer posicionamento eficaz da prefeitura.

À própria sorte
Àquela época a PM não deu um tiro sequer, ficou acuada face à surpresa do ataque, ousadia do bando e ao poderio incomensurável do arsenal dos ladrões. Segundo o comandante da polícia militar Lupércio Peres “Eles estavam àposicionados em locais estratégicos e isso dificultou nossa ação imediata”. O episódio desnudou a farsa dos discursos políticos sobre segurança. Descobriu-se nesse único ataque que a população de Uberaba estava entregue à própria sorte.

Banco do Brasil
Não afirmo se foi pela troca de comando, não conheço nenhum dos oficiais, mas no episódio da madrugada de quinta-feira, foi totalmente diferente. Em que pese o mesmo poderio do arsenal, fuzis e metralhadoras de última geração, e à surpresa do ataque, a bandidagem foi recebida “à bala”. A polícia militar, de maneira coordenada e heroica, fez frente ao bando e restringiu a ação dos meliantes.

Bravura
Todo o efetivo disponível foi convocado, inclusive militares de folga, férias ou descanso se fizeram partícipes da operação estrategicamente montada. Reforços foram prontamente acionados, rotas de fuga fechadas e reféns libertados incólumes e 10 ladrões presos. Essa pronta reação é mérito da corporação militar, reconheço sua bravura e seu protagonismo. Destarte as dificuldades que enfrentam, a coragem dos seus valorosos integrantes superaram o descaso da política! Parabéns guerreiros!
 
Beijar na boca...
Depois do sucesso alcançado em Araxá, na VIII edição da Festa Literária, o professor Renato Muniz Barreto de Carvalho, um dos autores mais vendidos no evento, está com a agenda lotada de bons compromissos. Saindo na frente, a Livraria Lemos e Cruz, em Uberaba, disponibiliza o livro “Beijar na boca não pode”, livro que Renato lançou na feira de Araxá.

...não pode.
“Zona de prostituição não é um lugar alegre, isso não, a não ser para uma minoria. Também não é um lugar de tristeza, não é nenhum   velório... É um lugar de trabalho, pelo menos para alguns. As pessoas que “batem ponto” não estão ali pra brincar ou para se divertir.” Trecho instigante do romance de Renato Muniz.

Peirópolis
Festival de inverno movimenta, pelo segundo ano consecutivo, a comunidade dos dinossauros. Peirópolis recepcionou nesse sábado e domingo, centenas de pessoas que foram prestigiar o evento. Como atrações principais, parte do clã dos Borges, Lô e Telo, que tem suas carreiras umbilicalmente ligadas ao nosso Bituca e ao Clube da Esquina. Wagner Tiso, Tunai, Marcelo Taynara entre outros, deram seu recado.
 
Rock and Roll
O rock se fez presente através de Douglas Oliveira e sua banda Big Mofo – lembrando clássicos do rock. Douglas subiu ao palco logo depois de Wagner Tiso e Tunay... grande responsabilidade, uma vez que a dupla envolveu o público desfilando canções que foram sucessos na voz de Elis. Qual o que... o cartão de visita da banda foi “Another Brick in the Wall (Helicopter)” após, só sucesso!
 
*Marco Túlio Oliveira Reis é advogado OAB/MG n.º 60.364 e jornalista Registro Profissional n.º 16.609/MG.

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