Até quando?

Mozart Jr.

 

Os corredores de um hospital escutam preces mais sinceras do que muitas igrejas, diz o ditado…

Hoje, podemos dizer que além de preces, que clama ao alto pela vida, temos tambem preces e sentimentos que clamam ao alto por justiça.

Mais um agente da segurança pública alvejado.

O que os seus companheiros clamam, não é pelo prójétil que o alvejou, é pelo sistema apodrecido pela indifrença daqueles que estão no comando, este sim, foi que o alvejou e alveja outros tantos todos os dias.

O alvejou, quando aqueles que deveriam cuidar dos interesses dos que defendem o próprio Estado, estão mais preocupados em buscar suas vantagens em operações que os torna dignos de serem conduzidos por esses agentes.

Ele foi alvejado pela indifernça aos clamores que ecoam a tanto tempo para que alguma coisa seja feita em prol da defesa dos que nos defendem.

Agentes, polciais militares e civis, todos saem todos os dias de suas casas para buscar a ferro e fogo tentar corrigir problemas que deveriam estar na pauta de nossos representantes.

Lutam com as armas que tem, porém, a luta é inglória, de um lado a falta do reconhecimento as vezes por parte de quem defende, de outro a incapacidade de um estado  em reconhecer seu valor.

Que as orações pelo agente sejam ouvidas lá no alto, bem alto, para muito além das cúpulas desses governos, dos discursos vazios dos políticos, pois o que resta aos guerreiros da boa luta, é apelar aos céus.

Quiçá Deus se comova e aumente o exército de anjos da guarda para defender os defensores da lei? É o que resta esperar, já que dos homens, principalmente dos que detêm poder, já não há muito a esperar… 

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